Subarquitetura da Peregrinatio Potestatum

TRIA FORMAE HORI

A Tria Formae Hori é a abertura horiana da progressão, não o catálogo total das Formas da Societas Electorum. Ela acompanha três momentos consecutivos: o poder em nascimento do Probacionista, o herdeiro disciplinado do Peregrinus Ignis e a visão alada do Neophyte. A partir do Grau III, a Peregrinatio torna-se explicitamente multicorrente e passa por Ptah, Djehuty, Eosphoros, Hesperos, Daimon Interior, Ra-Hoor-Khuit, Heru-Ra-Ha, Babalon e outras camadas secundárias.

Regra canônica: esta tríade é uma síntese iniciática autoral da Societas. Ela usa formas históricas de Hórus, mas não é apresentada como uma sequência oficial do Egito Antigo. Para o sistema completo, consulte Formas e Faces Iniciáticas.
Heru-pa-Khered — Hórus criança
Status Probationis

HERU-PA-KHERED

Hórus criança. O poder existe como promessa, não como domínio consolidado. A provação inteira trabalha o nascimento do discernimento: primeiro ver, depois governar, depois fazer.

Heru-sa-Aset — Hórus, Filho de Ísis
I · Peregrinus Ignis

HERU-SA-ASET

Hórus, Filho de Ísis. A potência infantil torna-se problema de herança, legitimidade e responsabilidade. O Estudante formal precisa transformar aquilo que recebeu em disciplina própria.

Heru-Behdeti — Hórus de Behdet
II · Neophyte

HERU-BEHDETI

Hórus de Behdet. A visão se abre, o campo se amplia e a imaginação precisa ser governada. O membro aprende a operar simbolicamente sem perder centro, encerramento e discriminação.

NASCERHeru-pa-Khered: consciência ainda em formação, discernimento antes da autoridade.
HERDARHeru-sa-Aset: aquilo que foi recebido precisa tornar-se responsabilidade incorporada.
VER DE CIMAHeru-Behdeti: expansão de visão e proteção do centro no campo simbólico.
DAR FORMAPtah: a tríade termina e a Peregrinatio muda de linguagem no Grau III.